web-search-mcp
Enables web searching and page reading through SearXNG, returning summarized results with cited sources.
Click on "Install Server".
Wait a few minutes for the server to deploy. Once ready, it will show a "Started" state.
In the chat, type
@followed by the MCP server name and your instructions, e.g., "@web-search-mcpResearch the current state of electric vehicle adoption and summarize with sources."
That's it! The server will respond to your query, and you can continue using it as needed.
Here is a step-by-step guide with screenshots.
web-search-mcp
Servidor MCP autônomo que pesquisa na web,
abre as páginas, lê o conteúdo e devolve um resumo com as fontes para o
agente que chamou. Duas tools — read_url e research_web — para qualquer
agente (Claude Code, LangChain, LangGraph, etc). Sem framework de agente
embutido: só FastMCP.
A ideia: pesquisar num contexto isolado
A pesquisa inteira acontece fora da janela de contexto do agente principal. Ele manda uma pergunta em linguagem natural e recebe de volta um resumo curto — nunca vê o material bruto.
┌─────────────────────────────────────────────┐
agente principal │ web-search-mcp (contexto próprio) │
──────────────── │ │
│ 1. gera variantes de busca (LLM) │
"quem foi X?" ──► │ 2. busca em paralelo no SearXNG │
│ 3. abre as N melhores páginas │
│ 4. monta o dossiê ....... 15-50k chars │
│ 5. resume com as fontes (LLM) │
resumo ◄── │ ....... ~700 tokens│
~700 tokens └─────────────────────────────────────────────┘Sem isso, uma pesquisa séria significa despejar dezenas de milhares de tokens de HTML e texto extraído na conversa principal — material que fica lá ocupando espaço em todas as chamadas seguintes, mesmo depois de já ter sido usado. Aqui esse custo é pago num processo separado, com o LLM que você escolher, e o que atravessa é só a resposta.
Na prática:
O contexto do agente não incha. Ele gasta ~700 tokens por pesquisa em vez dos 6k-20k tokens do material lido. Conversas longas com muitas pesquisas continuam viáveis.
Dá para usar um modelo barato na parte cara. Quem lê 5 páginas e resume pode ser um modelo local pequeno; o agente principal, o caro, só recebe o resultado pronto.
A resposta vem citada. O resumo traz as URLs realmente consultadas e um carimbo de data/hora, então dá para conferir a fonte em vez de confiar.
Uma chamada resolve. O
research_webjá busca vários ângulos por dentro e lê em paralelo — o agente não precisa orquestrar rodadas de busca.
Quando você quer o texto cru mesmo — "leia este link para mim" — é o read_url
que serve, e aí o conteúdo vai inteiro para o agente, sem resumo.
Related MCP server: tavily-mcp
Requisitos
Python ≥ 3.13
Um servidor de busca SearXNG rodando (formato JSON habilitado) — há um
docker composepronto emsearxng/Um servidor de LLM com API compatível com OpenAI (
/v1/chat/completionse/v1/models) — ex. llama.cpp server, vLLM, ou a própria OpenAI
SearXNG via docker compose
O diretório searxng/ traz a stack que eu uso, já na porta que é o default do
SEARXNG_URL:
cd searxng
docker compose up -dSobe SearXNG em http://localhost:8886 mais um Valkey de cache. Na primeira
subida o SearXNG gera searxng/data/settings.yml (ignorado pelo git) com
formats: [html] — o research_web não funciona assim, porque o cliente
pede format=json (util/searxng.py:32) e o SearXNG responde 403. Habilite o
JSON e reinicie:
# searxng/data/settings.yml
search:
formats:
- html
- jsondocker compose restart searxngOs serviços mcp-searxng e caddy do compose são um servidor MCP de busca
de terceiros, independente deste projeto — este aqui fala com o SearXNG
direto, por HTTP. Se você não os usa, pode removê-los do compose sem afetar em
nada o web-search-mcp.
Antes de subir isso em qualquer lugar que não seja sua máquina, troque as duas
senhas do compose. Elas vêm com o placeholder password123, que está
versionado neste repositório e portanto é público:
SEARXNG_SECRET(emsearxng/docker-compose.yaml) — chave com que o SearXNG assina; deve ser um valor aleatório e longo, ex.openssl rand -hex 32o
Bearer password123dosearxng/caddy/Caddyfile— é a única autenticação na frente domcp-searxng, cuja porta8887é publicada no host. Quem souber o token usa o serviço
Instalação
A partir do GitHub (não precisa clonar)
uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0 web-search-mcpRegistro no Claude Code:
claude mcp add web-search \
-e SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
-e MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
-- uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0 web-search-mcpInstalado assim, o .env não é lido: a configuração inteira entra por -e —
ver Configurando o servidor instalado.
Trocar @v0.1.0 por @main pega o topo do branch.
Para deixar o comando fixo no PATH em vez de resolver a cada execução:
uv tool install git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0A partir do clone (desenvolvimento)
uv sync
cp .env.example .envEdite o .env com as URLs do seu SearXNG e do seu servidor de modelo. O
servidor sobe com os defaults do .env.example se você não copiar nada, mas
sem SEARXNG_URL/MODEL_BASE_URL corretos as tools não vão funcionar.
Uso
Dois transportes, mesmas tools. A diferença é quem sobe o processo — e isso muda de onde vem a configuração.
stdio | http | |
Quem sobe o processo | o cliente, a cada sessão | você, uma vez |
Quantos clientes | um por processo | vários no mesmo processo |
Porta de rede | nenhuma |
|
Configuração vem de | bloco | ambiente de quem subiu e/ou |
stdio (padrão — para Claude Code e clientes locais)
uv run web-search-mcpNa prática você não roda isso à mão: quem executa é o cliente. Registro no Claude Code apontando para o clone:
claude mcp add web-search -- uv --directory /caminho/para/web_search_mcp run web-search-mcpPara registrar a versão instalada do GitHub, com a configuração no bloco
env, ver Configurando o servidor instalado.
HTTP (compartilhar entre vários agentes)
Suba o servidor. Do clone, que lê o .env da raiz:
uv run web-search-mcp --httpOu instalado, passando a configuração pelo ambiente:
SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0 web-search-mcp --httpSobe em http://{MCP_HOST}:{MCP_PORT}/mcp (padrão 127.0.0.1:8765).
Com ele no ar, registre o cliente pela URL:
claude mcp add --transport http web-search http://127.0.0.1:8765/mcpQue no .mcp.json fica:
{
"mcpServers": {
"web-search": {
"type": "http",
"url": "http://127.0.0.1:8765/mcp"
}
}
}No modo http o bloco env do cliente não tem efeito. No stdio o cliente
spawna o processo, então o -e dele vira o ambiente do servidor; no http o
processo é seu e já está rodando quando o cliente conecta, com o ambiente que
você deu na hora de subir. Toda a configuração migra para o lado do
servidor, e trocar uma variável exige reiniciá-lo — editar o .mcp.json não
adianta.
Deixando rodando (systemd de usuário, sem sudo)
# ~/.config/systemd/user/web-search-mcp.service
[Unit]
Description=web-search-mcp (http)
After=network.target
[Service]
Environment=SEARXNG_URL=http://localhost:8886
Environment=MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1
ExecStart=%h/.local/bin/uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0 web-search-mcp --http
Restart=on-failure
[Install]
WantedBy=default.targetsystemctl --user daemon-reload
systemctl --user enable --now web-search-mcpAntes de expor esse endpoint além da sua máquina, note que o servidor não tem
autenticação nenhuma. Com o default MCP_HOST=127.0.0.1 só processos locais
alcançam, o que é seguro. Trocar para 0.0.0.0 para outra máquina consumir
deixa as duas tools abertas a qualquer um na rede, sem credencial e servindo de
proxy de scraping em cima do seu LLM. Nesse caso ponha um reverse proxy com
token na frente e restrinja MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS às origens que você usa,
em vez de deixar *.
Tools
read_url(url: str) -> str
Abre uma URL específica e devolve o conteúdo principal da página em Markdown, sem busca nem resumo — o texto bruto volta pro agente processar. Bloqueia URLs que apontam para IP privado/loopback/link-local (proteção anti-SSRF).
research_web(query: str, recent: bool = False) -> str
Pesquisa a pergunta na web (gera variantes de busca, roda em paralelo, lê as páginas mais relevantes) e devolve um resumo em português citando as fontes, com carimbo de data/hora e a lista de URLs realmente consultadas.
Use recent=True só quando a resposta depende do dia de hoje (clima,
cotação, placar, notícia). Para fatos estáveis (história, biografia,
conceitos), deixe recent=False — filtrar por data descarta as melhores
fontes.
Configuração
Nenhuma variável é obrigatória. Toda uma tem default no código, e o
servidor sobe sem configuração alguma. Você só declara o que desviar do
padrão — na prática, SEARXNG_URL e MODEL_BASE_URL, se os seus não
estiverem nas portas abaixo.
A lista completa, com o default de cada uma:
Log
Variável | Default | O que faz |
|
|
|
Modelo (API compatível com OpenAI)
Variável | Default | O que faz |
| (vazio) | Nome do modelo a usar. Vazio = usa o modelo default do servidor, ou seja, o que já está carregado: o servidor consulta |
|
| Base da API compatível com OpenAI, sem o |
|
| Vai como |
|
| Timeout, em segundos, de cada chamada de LLM. Modelo grande em CPU pode precisar de mais |
|
| Temperatura das chamadas. |
|
| Janela de contexto do modelo. Tem que bater com o |
|
| Quanto da janela fica reservado para o que não é dossiê: instruções, pergunta e a resposta que o modelo ainda vai gerar. O orçamento do dossiê é |
| (vazio) | JSON cru mesclado no payload do |
| (vazio) | Texto apenso ao fim do system prompt em toda chamada. Existe porque nem todo modelo desliga reasoning por parâmetro de API — em alguns só obedece por instrução. Ex. |
SearXNG
Variável | Default | O que faz |
|
| Base da sua instância SearXNG. Precisa estar com o formato JSON habilitado |
|
| Quantos resultados são pedidos por busca. O |
|
| Timeout, em segundos, de cada consulta ao SearXNG |
|
| Idioma passado na busca. Muda que fontes aparecem — para pesquisar em inglês, |
|
| Categorias do SearXNG, separadas por vírgula, repassadas cruas |
Scraper
Variável | Default | O que faz |
|
| Timeout, em segundos, do download de cada página. Baixo de propósito: no |
| (vazio) | Corte de caracteres do texto extraído no |
Research
Variável | Default | O que faz |
|
| Quantas páginas entram no dossiê de uma pesquisa, somando todas as buscas. É o principal botão de qualidade × latência |
|
| Reserva de links candidatos. Link morto, bloqueado ou sem texto não gasta vaga do orçamento: cede o lugar para o próximo da reserva |
|
| Teto de tentativas de leitura antes de desistir. Sem ele, uma sequência ruim de links varreria a reserva inteira e estouraria a latência |
|
| Teto de caracteres por página no dossiê do |
Servidor MCP
Variável | Default | O que faz |
|
| Nome que o servidor anuncia no handshake MCP |
|
| Transporte usado quando você não passa |
|
| Interface de escuta no modo |
|
| Porta de escuta no modo |
|
| Origens liberadas no CORS do modo |
| (fuso do host) | Fuso usado no carimbo de data do resumo. Conveniência para container, cujo padrão é UTC. Ex. |
Juiz do eval
Variável | Default | O que faz |
| (mesmo do | Modelo usado como juiz no eval. Apontar para um modelo diferente do que escreveu o resumo torna a avaliação bem menos complacente |
Sobre MCP_HOST e MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS: o servidor não tem autenticação
nenhuma. Com os defaults ele só escuta em 127.0.0.1, o que restringe o acesso
à sua máquina. Trocar MCP_HOST para 0.0.0.0 expõe as duas tools para
qualquer um na rede, sem credencial — o que permite usar seu servidor como
proxy de scraping e queimar seu LLM. Se precisar compartilhar na rede, ponha um
reverse proxy com autenticação na frente e restrinja
MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS às origens que você de fato usa.
De onde a configuração vem
Isto não depende do transporte: a leitura acontece no import do config, antes
de stdio ou http entrarem em cena. O que decide é onde o config.py está.
Origem | Rodando do clone | Instalado ( |
| vale | ignorado |
Variável de ambiente | vale, e sobrescreve o | único caminho |
Default do código | fallback | fallback |
load_dotenv() procura o .env subindo a partir do diretório do
config.py. No clone isso chega na raiz do projeto e acha o arquivo; instalado,
o config.py mora no site-packages e a busca não encontra nada — nem mesmo um
.env que exista no diretório de onde o servidor foi executado. Instalado,
portanto, tudo entra por variável de ambiente.
De onde sai essa variável de ambiente, aí sim depende do transporte: no stdio,
do bloco env do cliente (-e), que é quem spawna o processo; no http, do
ambiente de quem subiu o processo — export, systemd, compose.
A precedência é variável de ambiente > .env > default, porque o
load_dotenv() roda sem override. Útil no clone para testar uma variação sem
editar arquivo:
MODEL_BASE_URL=http://localhost:8205/v1 uv run web-search-mcp --httpConfigurando o servidor instalado
Declare no bloco env do registro:
claude mcp add web-search \
-e SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
-e MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
-e MODEL_CONTEXT_TOKENS=65536 \
-e TZ=America/Sao_Paulo \
-- uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0 web-search-mcpNote que MODEL não aparece: deixado de fora, o servidor usa o modelo já
carregado no seu MODEL_BASE_URL. Passe -e MODEL=nome-do-modelo só para
fixar um.
O comando acima grava isto no .mcp.json (escopo de projeto) ou no
~/.claude.json (escopo de usuário, com -s user):
{
"mcpServers": {
"web-search": {
"command": "uvx",
"args": ["--from", "git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.1.0", "web-search-mcp"],
"env": {
"SEARXNG_URL": "http://localhost:8886",
"MODEL_BASE_URL": "http://localhost:8200/v1"
}
}
}
}O que entra em env fica em texto puro nesse arquivo. Para SEARXNG_URL e
MODEL_BASE_URL isso não tem consequência, mas se o seu provedor de LLM exigir
uma MODEL_API_KEY real, ela vai parar no .mcp.json — que costuma ser
versionado quando está no escopo de projeto. Nesse caso registre com
claude mcp add -s user, que grava em ~/.claude.json, fora do repositório.
Detecção de modelo
Quando MODEL fica vazio, a primeira chamada de LLM consulta
GET {MODEL_BASE_URL}/models para achar o modelo já carregado, em vez de
forçar um específico (evita pagar reload de GPU a troco de nada). Funciona
nativamente com routers que expõem status de load (ex. llama.cpp/llama-swap);
em providers genéricos, cai no único modelo da lista ou pede pra você
preencher MODEL explicitamente se houver ambiguidade.
Testes
uv run --group test pytestTudo determinístico — mocka rede e LLM, não precisa de SearXNG nem de modelo rodando.
Eval
uv run python -m evals.runRoda um conjunto fixo de perguntas contra a web e o LLM reais, mede
faithfulness (afirmações do resumo suportadas pelo dossiê) e relevância, e
salva o resultado em evals/results/. Não é teste de CI — a web muda entre
execuções — serve para comparar rodadas e pegar alucinação escancarada, não
como avaliação independente (o juiz costuma ser o mesmo modelo que escreveu o
resumo).
Estrutura
src/web_search_mcp/
server.py # FastMCP: tools, prompt, transporte, main()
config.py # única fonte de configuração (lê o .env inteiro)
llm.py # chat completion via requests, detecção de modelo
tools/
read_url.py # tool: lê uma URL específica
research.py # tool: pesquisa, lê páginas, resume com fontes
util/
scraper.py # download + extração de conteúdo principal (anti-SSRF)
searxng.py # cliente do SearXNG
tests/ # pytest, sem rede, sem LLM
evals/ # roda contra web/LLM reais, sob demanda
searxng/ # docker compose do SearXNG (dependência externa, opcional)Layout src/ de propósito: o pacote instalado ocupa um único namespace
(web_search_mcp), em vez de despejar server/config/util na raiz do
site-packages e colidir com outros pacotes.
This server cannot be installed
Maintenance
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