web-search-mcp
Este servidor MCP pesquisa na web, lê páginas e devolve resumos com fontes — ou o texto bruto quando pedido — sem inchar o contexto do agente.
research_web(query, recent=False)— pesquisa a web (Google CSE via Tor com SearXNG de reserva), gera variantes de busca, lê as páginas escolhidas e devolve um resumo com links das fontes e carimbo de data/hora.recent=Truesó para fatos do dia (clima, cotação, placar). Uma chamada por pergunta; repetições em cache ou em loop são freadas.analyze_urls(urls, request)— lê de 1 a 8 URLs e devolve só a análise pedida (resumo, parecer técnico, comparação), sem o texto integral entrar no contexto do agente.read_url(url)— abre uma URL e devolve o conteúdo principal inteiro em Markdown, com cabeçalho de fonte e link pronto; sem busca nem resumo.Prompt
pesquisador— política de uso: pesquisar antes de responder o que não se sabe, uma chamada por pergunta, responder só com base no resumo, mantendo links e datas.Extras — anti-SSRF, aviso de redirecionamento e de busca degradada, detecção automática do modelo/contexto do LLM, transportes stdio e http, e automação da stack de busca via docker compose.
Enables web searching and page reading through SearXNG, returning summarized results with cited sources.
Click on "Deploy Server".
Wait a few minutes for the server to deploy. Once ready, it will show a "Started" state.
In the chat, type
@followed by the MCP server name and your instructions, e.g., "@web-search-mcpResearch the current state of electric vehicle adoption and summarize with sources."
That's it! The server will respond to your query, and you can continue using it as needed.
Here is a step-by-step guide with screenshots.
web-search-mcp
Português | English
Servidor MCP autônomo que pesquisa na web,
abre as páginas, lê o conteúdo e devolve um resumo com as fontes para o
agente que chamou. Três tools — research_web, analyze_urls e read_url
— para qualquer agente (Claude Code, LangChain, LangGraph, etc). Sem
framework de agente embutido: só FastMCP.
Não é um MCP para o SearXNG. A busca é própria e tem duas fontes:
Google via Tor, a principal. O servidor consulta o Google (pelo endpoint do Google CSE) através de quatro canais Tor, alternando as queries entre eles. Quando o Google barra um canal, a query refaz em outro na hora e o barrado troca de IP em segundo plano.
SearXNG, a reserva. Só entra quando o Google falha por todos os caminhos — ou sempre, se você preferir, com
SEARCH_BACKEND=searxng.
A stack inteira (quatro containers Tor + SearXNG) vem pronta num
docker compose em search-engine/. Detalhes em
De onde vêm os links.
A ideia: pesquisar num contexto isolado
A pesquisa inteira acontece fora da janela de contexto do agente principal. Ele manda uma pergunta em linguagem natural e recebe de volta um resumo curto — nunca vê o material bruto.
┌─────────────────────────────────────────────┐
agente principal │ web-search-mcp (contexto próprio) │
──────────────── │ │
│ 1. gera variantes de busca (LLM) │
"quem foi X?" ──► │ 2. busca em paralelo (Google via Tor; │
│ SearXNG de reserva) │
│ 3. triagem por título/trecho (LLM) e abre │
│ só as páginas escolhidas │
│ + ponte quando nada lido cita o nome │
│ 4. monta o dossiê ....... 15-50k chars │
│ 5. resume com as fontes (LLM) │
resumo ◄── │ ....... ~700 tokens│
~700 tokens └─────────────────────────────────────────────┘Sem isso, uma pesquisa séria significa despejar dezenas de milhares de tokens de HTML e texto extraído na conversa principal — material que fica lá ocupando espaço em todas as chamadas seguintes, mesmo depois de já ter sido usado. Aqui esse custo é pago num processo separado, com o LLM que você escolher, e o que atravessa é só a resposta.
Na prática:
O contexto do agente não incha. Ele gasta ~700 tokens por pesquisa em vez dos 6k-20k tokens do material lido. Conversas longas com muitas pesquisas continuam viáveis.
Dá para usar um modelo barato na parte cara. Quem lê 5 páginas e resume pode ser um modelo local pequeno; o agente principal, o caro, só recebe o resultado pronto.
A resposta vem citada. O resumo traz as URLs realmente consultadas e um carimbo de data/hora, então dá para conferir a fonte em vez de confiar.
Uma chamada resolve. O
research_webjá busca vários ângulos por dentro e lê em paralelo — o agente não precisa orquestrar rodadas de busca.
O analyze_urls aplica a mesma ideia a links que o usuário já tem: "resuma
estes três artigos", "compare as duas propostas" — lê as páginas aqui dentro
e devolve só a análise. Quando você quer o texto cru mesmo — "leia este link
para mim" — é o read_url que serve, e aí o conteúdo vai inteiro para o
agente, sem resumo.
Related MCP server: myscrape
De onde vêm os links: Google via Tor, SearXNG de reserva
O research_web busca no Google pelo endpoint do Google CSE (o mesmo que o
widget de busca embutida usa), através de quatro canais Tor. O SearXNG
continua na stack, mas como reserva.
Por quê. Um SearXNG raspa os buscadores e, no uso normal, toma CAPTCHA e
limite de taxa: medido em 29/08/2026 e de novo em 10/09/2026, 13 de 15
motores suspensos. O que sobra devolve casamento de nome de marca — duas
perguntas técnicas diferentes chegaram a voltar a mesma lista de homepages.
No A/B de 10/09/2026 (evals/search_ab.py, 12 perguntas de assuntos sem
relação entre si, mesmas variantes de busca nos dois lados):
Fonte | Pesquisas vazias | Resultados no assunto | Páginas lidas | Busca p50 |
SearXNG | 2 de 12 | 112 / 125 | 45 | 2,7 s |
Google CSE via Tor | 0 de 12 | 228 / 230 | 71 | 4,6 s |
Em carga contínua (20 pesquisas seguidas, 80 consultas) 100% saíram pelo Tor, com 5 failovers entre canais e nenhuma queda para o SearXNG; a busca subiu para p50 9,7 s. Isso foi medido com dois canais — os quatro atuais existem para repartir essa carga, e ainda não foram medidos.
Como uma query anda. Nenhum passo espera:
o canal da vez no rodízio;
barrado pelo Google → esse canal troca de circuito em segundo plano (credencial SOCKS nova +
NEWNYM) e a query refaz na hora em outro canal;barrado de novo → um terceiro canal (com só dois, volta ao primeiro, já com circuito novo);
o CSE pelo IP da própria máquina (
GOOGLE_CSE_DIRECT_FALLBACK);o SearXNG (
SEARXNG_FALLBACK).
Quando a query chega ao SearXNG e a maioria dos motores dele está suspensa, a resposta começa com um aviso de busca degradada, dizendo ao agente que a cobertura está incompleta por causa da infraestrutura — não porque o assunto não existe — e que repetir a pesquisa não vai adiantar. Sem esse aviso o agente reformula a pergunta em loop.
Só a busca passa pelo Tor. As páginas são abertas direto, desta máquina.
SEARCH_BACKEND=searxng desliga o Google e volta ao SearXNG puro — rollback
é trocar a variável e reiniciar.
Ressalvas:
Não é API documentada. Se o Google mudar o formato, o parse falha alto e a busca cai no SearXNG em vez de quebrar.
O CX default é público e de terceiro (blackle.com, o mesmo que o motor
google csedo SearXNG usa). Pode sumir;GOOGLE_CSE_CXtroca sem mexer no código.O fallback direto não é garantido. O IP de casa também tomou 429 do CSE no dia da medição.
Termos de uso. Consulta automatizada ao Google, ainda mais via Tor, contraria os termos do Google. Avalie antes de usar; com
SEARCH_BACKEND=searxngnada disso acontece.
Medições, decisões e riscos em plans/tor.md.
Requisitos
Python ≥ 3.13
A stack de busca: quatro containers Tor (a fonte de links é o Google CSE, consultado por eles) e um SearXNG de reserva, com formato JSON habilitado — tudo num
docker composepronto emsearch-engine/. Sem os Tor a busca ainda funciona (CSE direto, depois SearXNG);SEARCH_BACKEND=searxngusa só o SearXNGUm servidor de LLM com API compatível com OpenAI (
/v1/chat/completionse/v1/models) — ex. llama.cpp server, vLLM, ou a própria OpenAI
Infraestrutura de busca via docker compose
search-engine/ traz a stack de busca inteira, já nas portas que são o
default do .env.example. Numa cópia nova do repo:
cp .env.example .env # troque TOR_CONTROL_PASSWORD
cd search-engine
docker compose up -d --waitA primeira subida compila a imagem Tor localmente (search-engine/tor/:
Alpine com o pacote tor fixado em 0.4.9.12-r0), então demora mais e
precisa de internet. Se o Alpine tirar essa versão do repositório, a
compilação falha — atualize o número no Dockerfile. O --wait segura o
comando até os canais Tor ficarem healthy (o bootstrap leva até ~60 s);
sem ele, as pesquisas desse intervalo caem no CSE direto e no SearXNG.
Sobe:
Serviço | Porta (host) | Papel |
|
| SearXNG com |
|
| canal de busca via Tor ( |
|
| segundo canal, independente do primeiro |
|
| terceiro canal |
|
| quarto canal |
|
| servidor MCP de busca de terceiros, independente deste projeto (ver abaixo) |
Os containers Tor leem o mesmo .env da raiz que configura o MCP
(env_file: ../.env), então a senha do ControlPort é uma só e não há como os
dois lados divergirem. Sem o .env o compose falha na hora. As portas Tor só
escutam em 127.0.0.1: publicar em 0.0.0.0 transformaria a máquina num
proxy aberto. Dentro do container há uma segunda barreira: o torrc só
aceita SOCKS vindo de faixas privadas (SocksPolicy), e o ControlPort exige
a senha.
Os serviços mcp-searxng e caddy são um servidor MCP de busca de terceiros
— este projeto fala com o SearXNG direto, por HTTP. Se você não os usa, pode
removê-los do compose sem afetar em nada o web-search-mcp.
Antes de subir isso em qualquer lugar que não seja sua máquina, troque as senhas. Os placeholders estão versionados neste repositório e portanto são públicos:
TOR_CONTROL_PASSWORD(no.env) — quem tiver a senha controla o torSEARXNG_SECRET(emsearch-engine/docker-compose.yaml) — chave com que o SearXNG assina; deve ser um valor aleatório e longo, ex.openssl rand -hex 32o
Bearer password123dosearch-engine/searxng/caddy/Caddyfile— é a única autenticação na frente domcp-searxng, cuja porta8887é publicada no host. Quem souber o token usa o serviço
Tudo de uma vez: start.sh
./start.shCria o .env a partir do .env.example se ele não existir, lembra quais
variáveis conferir (MODEL_BASE_URL, MODEL_API_KEY, TOR_CONTROL_PASSWORD,
MCP_HOST/MCP_PORT) e espera um Enter. Depois confere se as portas e os
nomes de container estão livres, sobe o search-engine/ e inicia o MCP em
streamable-http. No fim mostra a URL para plugar o cliente
(http://127.0.0.1:8765/mcp por padrão). Ctrl+C derruba tudo: o MCP e os
containers (docker compose down; volumes preservados). Se o MCP cair
sozinho, a stack cai junto. Argumentos extras vão para o web-search-mcp.
O LLM continua externo: se MODEL_BASE_URL não responder, o script avisa e
sobe assim mesmo — read_url funciona sem ele, research_web e
analyze_urls não.
Instalação
A partir do GitHub (não precisa clonar)
uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2 web-search-mcpRegistro no Claude Code:
claude mcp add web-search \
-e SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
-e MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
-- uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2 web-search-mcpInstalado assim, o .env não é lido: a configuração inteira entra por -e —
ver Configurando o servidor instalado.
@v0.2.2 fixa essa versão. Troque por @main para sempre pegar o topo do
branch, ou por qualquer outra tag ou commit.
Para deixar o comando fixo no PATH em vez de resolver a cada execução:
uv tool install git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2A partir do clone (desenvolvimento)
uv sync
cp .env.example .envEdite o .env: MODEL_BASE_URL do seu servidor de modelo e
TOR_CONTROL_PASSWORD (os containers Tor leem este mesmo arquivo). Com a
stack do search-engine/ nas portas default, SEARXNG_URL e TOR_CHANNELS
já batem. O servidor sobe com os defaults se você não copiar nada, mas sem
LLM em MODEL_BASE_URL o research_web e o analyze_urls não funcionam, e
sem busca nenhuma no ar (Tor, CSE direto e SearXNG) o research_web não
acha links — o read_url funciona sozinho.
Uso
Dois transportes, mesmas tools. A diferença é quem sobe o processo — e isso muda de onde vem a configuração.
stdio | http | |
Quem sobe o processo | o cliente, a cada sessão | você, uma vez |
Quantos clientes | um por processo | vários no mesmo processo |
Porta de rede | nenhuma |
|
Configuração vem de | bloco | ambiente de quem subiu e/ou |
stdio (padrão — para Claude Code e clientes locais)
uv run web-search-mcpNa prática você não roda isso à mão: quem executa é o cliente. Registro no Claude Code apontando para o clone:
claude mcp add web-search -- uv --directory /caminho/para/web_search_mcp run web-search-mcpPara registrar a versão instalada do GitHub, com a configuração no bloco
env, ver Configurando o servidor instalado.
HTTP (compartilhar entre vários agentes)
Suba o servidor. Do clone, que lê o .env da raiz:
uv run web-search-mcp --httpOu instalado, passando a configuração pelo ambiente:
SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2 web-search-mcp --httpSobe em http://{MCP_HOST}:{MCP_PORT}/mcp (padrão 127.0.0.1:8765).
Com ele no ar, registre o cliente pela URL:
claude mcp add --transport http web-search http://127.0.0.1:8765/mcpQue no .mcp.json fica:
{
"mcpServers": {
"web-search": {
"type": "http",
"url": "http://127.0.0.1:8765/mcp"
}
}
}No modo http o bloco env do cliente não tem efeito. No stdio o cliente
spawna o processo, então o -e dele vira o ambiente do servidor; no http o
processo é seu e já está rodando quando o cliente conecta, com o ambiente que
você deu na hora de subir. Toda a configuração migra para o lado do
servidor, e trocar uma variável exige reiniciá-lo — editar o .mcp.json não
adianta.
Deixando rodando (systemd de usuário, sem sudo)
# ~/.config/systemd/user/web-search-mcp.service
[Unit]
Description=web-search-mcp (http)
After=network.target
[Service]
Environment=MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1
# Busca: Google CSE pelos quatro canais Tor do search-engine/, SearXNG de reserva
Environment=SEARCH_BACKEND=google_tor
Environment=TOR_CHANNELS=127.0.0.1:9060:9061,127.0.0.1:9070:9071,127.0.0.1:9080:9081,127.0.0.1:9090:9091
Environment=SEARXNG_URL=http://localhost:8886
# TOR_CONTROL_PASSWORD fica fora da unit, num arquivo só seu (chmod 600)
EnvironmentFile=%h/.config/web-search-mcp/secrets.env
ExecStart=%h/.local/bin/uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2 web-search-mcp --http
Restart=on-failure
[Install]
WantedBy=default.targetA senha do ControlPort é a mesma do .env que os containers Tor leem.
Ela não vai na unit porque systemctl --user cat/show exibem cada
Environment= para quem olhar:
mkdir -p ~/.config/web-search-mcp
install -m 600 /dev/null ~/.config/web-search-mcp/secrets.env
echo 'TOR_CONTROL_PASSWORD=a-mesma-do-.env-do-search-engine' > ~/.config/web-search-mcp/secrets.envsystemctl --user daemon-reload
systemctl --user enable --now web-search-mcpA unit não depende dos containers: o search-engine/ sobe sozinho no boot
(restart: unless-stopped), e se os canais Tor ainda não estiverem no ar
quando a primeira pesquisa chegar, ela cai no CSE direto e depois no
SearXNG em vez de falhar. As linhas SEARCH_BACKEND e TOR_CHANNELS repetem
os defaults — estão ali para ficar explícito o que mudar se os canais
estiverem em outro host ou em outras portas. Rodando do clone
(WorkingDirectory= apontando para ele e uv run web-search-mcp --http), o
.env da raiz é lido e nenhuma dessas linhas é necessária.
Antes de expor esse endpoint além da sua máquina, note que o servidor não tem
autenticação nenhuma. Com o default MCP_HOST=127.0.0.1 só processos locais
alcançam, o que é seguro. Trocar para 0.0.0.0 para outra máquina consumir
deixa as tools abertas a qualquer um na rede, sem credencial e servindo de
proxy de scraping em cima do seu LLM. Nesse caso ponha um reverse proxy com
token na frente e restrinja MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS às origens que você usa,
em vez de deixar *.
Tools
research_web(query: str, recent: bool = False, *, user_message: str) -> str
Pesquisa a pergunta na web (gera variantes de busca — sempre incluindo a
pergunta em palavras-chave, com os nomes intactos —, roda em paralelo, faz
uma triagem dos candidatos por título e trecho e lê só os escolhidos) e
devolve um resumo em português, com carimbo de
data/hora. Quando nenhuma página lida contém um nome da pergunta (nome
localizado, apelido), faz uma busca curta pela palavra que anda junto com
esse nome nos títulos dos resultados e lê essas páginas primeiro — é o que
liga "Pai Putrefato" a "Mystic Carrion". Cada fato termina com um link markdown para a página de onde
saiu, montado em código a partir da URL realmente lida — não pedido ao
modelo. Marcador [n] que o modelo inventar para uma fonte que não existe é
apagado, em vez de ficar apontando para o nada. No fim vai a lista numerada
das URLs consultadas.
Use recent=True só quando a resposta depende do dia de hoje (clima,
cotação, placar, notícia). Para fatos estáveis (história, biografia,
conceitos), deixe recent=False — filtrar por data descarta as melhores
fontes.
user_message (obrigatório) é a última mensagem do usuário, copiada
literalmente. O agente que chama costuma traduzir ou trocar o nome que o
usuário escreveu antes mesmo da primeira pesquisa ("Pai Putrefato" vira
"Rotting Bride"). Quando a query perdeu um nome que está na mensagem, a
pesquisa também busca pelos nomes da mensagem e usa o texto original na
triagem e no resumo. Se a mensagem só repete a query, nada muda. Medido
em 11/09/2026 com o agente do Open WebUI (qwen3.8:27B): resposta certa em
10 de 10 conversas, contra 6 de 10 sem o campo, com menos pesquisas por
conversa. Opcional, o agente só preenchia o campo em 9 de 20 chamadas; por
isso ele é obrigatório.
A mesma pergunta reescrita logo em seguida (mesmo conjunto de palavras de conteúdo, em qualquer ordem) devolve o resultado anterior em vez de buscar de novo: a tool já busca vários ângulos por dentro, e repetir só relê as mesmas páginas. Busca degradada vem com o aviso descrito em De onde vêm os links.
Agente que pesquisa em círculo trocando a pergunta a cada volta (o que
escapa do cache acima) é freado por sessão: chamadas de research_web e
analyze_urls que começam logo depois da anterior contam como o mesmo
turno; a partir da 3ª o resultado vem com aviso para parar e pedir o nome
exato ao usuário, e a 5ª não é executada.
analyze_urls(urls: list[str], request: str = "Resuma o conteúdo.") -> str
Lê de 1 a 8 URLs fornecidas e devolve só a análise pedida em linguagem natural — resumo, parecer técnico, opinião, comparação —, feita pelo LLM deste servidor. O texto das páginas não entra no contexto do agente. O orçamento de caracteres do dossiê é repartido entre as páginas, para que todas caibam juntas. A resposta lista as URLs analisadas e as que falharam.
read_url(url: str) -> str
Abre uma URL específica e devolve o conteúdo principal da página em
Markdown, inteiro, sem busca nem resumo — o texto bruto volta pro agente
processar. Vem com um cabeçalho Fonte desta página e um link markdown
pronto, para o agente citar o que leu com endereço.
Nas duas tools que leem URLs, se o servidor redirecionar para outro endereço (ex. uma página que não existe mais caindo na home), a resposta avisa e usa a URL final. Sem esse aviso o agente lê a página errada sem saber e tenta de novo em loop. As duas bloqueiam URLs que apontam para IP privado/loopback/link-local (proteção anti-SSRF).
Prompt pesquisador
O servidor também expõe um prompt MCP com a política de uso: pesquisar antes de responder o que não se sabe com certeza, uma chamada por pergunta, responder só com base no resumo e manter os links e as datas.
Configuração
Nenhuma variável é obrigatória. Toda uma tem default no código, e o
servidor sobe sem configuração alguma. Você só declara o que desviar do
padrão — na prática, MODEL_BASE_URL, se o seu não estiver na porta
abaixo, e TOR_CONTROL_PASSWORD, que os containers Tor exigem.
A lista completa, com o default de cada uma:
Log
Variável | Default | O que faz |
|
|
|
Modelo (API compatível com OpenAI)
Variável | Default | O que faz |
| (vazio) | Nome do modelo a usar. Vazio = usa o modelo default do servidor, ou seja, o que já está carregado: o servidor consulta |
|
| Base da API compatível com OpenAI, sem o |
|
| Vai como |
|
| Timeout, em segundos, de cada chamada de LLM. Modelo grande em CPU pode precisar de mais |
|
| Temperatura das chamadas. |
|
| Janela de contexto do modelo, de onde sai o orçamento do dossiê. Com llama.cpp/llama-swap o servidor lê o |
|
| Quanto da janela fica reservado para o que não é dossiê: instruções, pergunta e a resposta que o modelo ainda vai gerar. O orçamento do dossiê é |
| (vazio) | JSON cru mesclado no payload do |
|
|
|
| (vazio) | JSON que liga o raciocínio no seu modelo, mesclado por cima do |
| (vazio) | Texto apenso ao fim do system prompt em toda chamada. Existe porque nem todo modelo desliga reasoning por parâmetro de API — em alguns só obedece por instrução. Ex. |
Busca (Google CSE via Tor)
O caminho de cada query está em De onde vêm os links.
Variável | Default | O que faz |
|
|
|
|
| Um canal por item, |
| (vazio) | Senha do ControlPort, para o |
| CX público do blackle.com | Qual CSE consultar. Troque por um CX seu sem mexer no código |
|
| Idioma da interface do CSE. Não restringe o idioma dos resultados |
|
| Timeout, em segundos, de cada requisição ao CSE (via Tor leva 2-4 s) |
|
| Tentar o CSE pelo IP da máquina quando os canais Tor falham. Não conte com ele: o IP de casa também toma 429 |
|
| Cair no SearXNG quando o Google falhou por todos os caminhos. Com |
SearXNG (reserva)
Usado quando o Google falhou por todos os caminhos, ou sempre, com
SEARCH_BACKEND=searxng. Só o SEARXNG_MAX_RESULTS vale também para o
Google.
Variável | Default | O que faz |
|
| Base da sua instância SearXNG. Precisa estar com o formato JSON habilitado |
|
| Quantos resultados de cada busca entram na mescla, qualquer que seja a fonte (o Google devolve 20 por consulta; o que passa disso fica de fora). O |
|
| Timeout, em segundos, de cada consulta ao SearXNG |
|
| Idioma passado na busca. |
|
| Categorias do SearXNG, separadas por vírgula, repassadas cruas |
Scraper
Variável | Default | O que faz |
|
| Timeout, em segundos, do download de cada página. Baixo de propósito: no |
| (vazio) | Corte de caracteres do texto extraído no |
Research
Variável | Default | O que faz |
|
| Quantas páginas entram no dossiê de uma pesquisa, somando todas as buscas. É o principal botão de qualidade × latência |
|
| Reserva de links candidatos, e o que a triagem por título/trecho enxerga antes de abrir qualquer página. Link morto, bloqueado ou sem texto não gasta vaga do orçamento: cede o lugar para o próximo da reserva. Pool estreito deixa a página certa fora da triagem |
|
| Teto de tentativas de leitura antes de desistir. Sem ele, uma sequência ruim de links varreria a reserva inteira e estouraria a latência |
|
| Máximo de URLs do mesmo domínio na reserva de candidatos. Sem teto, uma busca cujo top-10 é todo de um site enche o dossiê com um veículo só. |
|
| Teto de caracteres por página no dossiê do |
Servidor MCP
Variável | Default | O que faz |
|
| Nome que o servidor anuncia no handshake MCP |
|
| Transporte usado quando você não passa |
|
| Interface de escuta no modo |
|
| Porta de escuta no modo |
|
| Origens liberadas no CORS do modo |
| (fuso do host) | Fuso usado no carimbo de data do resumo. Conveniência para container, cujo padrão é UTC. Ex. |
Juiz do eval
Variável | Default | O que faz |
| (mesmo do | Modelo usado como juiz no eval. Apontar para um modelo diferente do que escreveu o resumo torna a avaliação bem menos complacente |
Sobre MCP_HOST e MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS: o servidor não tem autenticação
nenhuma. Com os defaults ele só escuta em 127.0.0.1, o que restringe o acesso
à sua máquina. Trocar MCP_HOST para 0.0.0.0 expõe as tools para
qualquer um na rede, sem credencial — o que permite usar seu servidor como
proxy de scraping e queimar seu LLM. Se precisar compartilhar na rede, ponha um
reverse proxy com autenticação na frente e restrinja
MCP_CORS_ALLOW_ORIGINS às origens que você de fato usa.
De onde a configuração vem
Isto não depende do transporte: a leitura acontece no import do config, antes
de stdio ou http entrarem em cena. O que decide é onde o config.py está.
Origem | Rodando do clone | Instalado ( |
| vale | ignorado |
Variável de ambiente | vale, e sobrescreve o | único caminho |
Default do código | fallback | fallback |
load_dotenv() procura o .env subindo a partir do diretório do
config.py. No clone isso chega na raiz do projeto e acha o arquivo; instalado,
o config.py mora no site-packages e a busca não encontra nada — nem mesmo um
.env que exista no diretório de onde o servidor foi executado. Instalado,
portanto, tudo entra por variável de ambiente.
De onde sai essa variável de ambiente, aí sim depende do transporte: no stdio,
do bloco env do cliente (-e), que é quem spawna o processo; no http, do
ambiente de quem subiu o processo — export, systemd, compose.
A precedência é variável de ambiente > .env > default, porque o
load_dotenv() roda sem override. Útil no clone para testar uma variação sem
editar arquivo:
MODEL_BASE_URL=http://localhost:8205/v1 uv run web-search-mcp --httpConfigurando o servidor instalado
Declare no bloco env do registro:
claude mcp add web-search \
-e SEARXNG_URL=http://localhost:8886 \
-e MODEL_BASE_URL=http://localhost:8200/v1 \
-e MODEL_CONTEXT_TOKENS=65536 \
-e TZ=America/Sao_Paulo \
-- uvx --from git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2 web-search-mcpNote que MODEL não aparece: deixado de fora, o servidor usa o modelo já
carregado no seu MODEL_BASE_URL. Passe -e MODEL=nome-do-modelo só para
fixar um.
O comando acima grava isto no .mcp.json (escopo de projeto) ou no
~/.claude.json (escopo de usuário, com -s user):
{
"mcpServers": {
"web-search": {
"command": "uvx",
"args": ["--from", "git+https://github.com/fabio-barboza/web_search_mcp@v0.2.2", "web-search-mcp"],
"env": {
"SEARXNG_URL": "http://localhost:8886",
"MODEL_BASE_URL": "http://localhost:8200/v1"
}
}
}
}O que entra em env fica em texto puro nesse arquivo. Para SEARXNG_URL e
MODEL_BASE_URL isso não tem consequência, mas se o seu provedor de LLM exigir
uma MODEL_API_KEY real, ela vai parar no .mcp.json — que costuma ser
versionado quando está no escopo de projeto. Nesse caso registre com
claude mcp add -s user, que grava em ~/.claude.json, fora do repositório.
A busca via Tor não pede nada no bloco env se a stack do
search-engine/ estiver na mesma máquina: o default de TOR_CHANNELS já
aponta para os quatro canais em 127.0.0.1. O TOR_CONTROL_PASSWORD é
opcional para o MCP — sem ele só o NEWNYM desliga — e, se você passar por
-e, vale a mesma ressalva da MODEL_API_KEY: fica em texto puro no
arquivo.
Detecção de modelo
Quando MODEL fica vazio, cada chamada de LLM consulta
GET {MODEL_BASE_URL}/models para achar o modelo já carregado, em vez de
forçar um específico (evita pagar reload de GPU a troco de nada). Não há
cache: se outro cliente trocou o modelo no servidor, a próxima chamada já
usa o novo. Funciona nativamente com routers que expõem status de load (ex.
llama.cpp/llama-swap); em providers genéricos, cai no único modelo da lista
ou pede pra você preencher MODEL explicitamente se houver ambiguidade.
A mesma consulta traz, nesses routers, os argumentos com que o modelo subiu:
o --ctx-size dali define o orçamento do dossiê, no lugar do
MODEL_CONTEXT_TOKENS.
Testes
uv run --group test pytestTudo determinístico — mocka rede e LLM, não precisa de SearXNG nem de modelo rodando.
Eval
uv run python -m evals.runRoda um conjunto fixo de perguntas contra a web e o LLM reais, mede
faithfulness (afirmações do resumo suportadas pelo dossiê) e relevância, e
salva o resultado em evals/results/. Não é teste de CI — a web muda entre
execuções — serve para comparar rodadas e pegar alucinação escancarada, não
como avaliação independente (o juiz costuma ser o mesmo modelo que escreveu o
resumo).
uv run python -m evals.search_ab [--load 20] [--hl pt-BR en]A/B da fonte de links: SearXNG × Google CSE via Tor na mesma sessão, com as mesmas variantes de busca nos dois lados, seguido de uma carga contínua que mede taxa de bloqueio por canal, failovers e quedas para o CSE direto e o SearXNG. Precisa dos canais Tor e do SearXNG no ar. Foi daqui que saíram os números de De onde vêm os links.
Estrutura
src/web_search_mcp/
server.py # FastMCP: tools, prompt, transporte, main()
config.py # única fonte de configuração (lê o .env inteiro)
llm.py # chat completion via requests, detecção de modelo e de contexto
tools/
research.py # tool: pesquisa, lê páginas, resume com fontes
analyze.py # tool: lê URLs fornecidas e devolve só a análise
read_url.py # tool: lê uma URL específica
util/
search_chain.py # fonte de links: Google via Tor, SearXNG de reserva
google_cse.py # cliente do Google CSE, com failover entre canais
tor.py # canais Tor: rodízio e troca de circuito
searxng.py # cliente do SearXNG
scraper.py # download (curl_cffi, impressão TLS do Chrome) + extração (anti-SSRF)
tests/ # pytest, sem rede, sem LLM
evals/ # roda contra web/LLM reais, sob demanda
search-engine/ # docker compose da busca: SearXNG + canais Tor (dependência externa)
plans/ # planos de mudança aprovados
start.sh # sobe search-engine/ + MCP em --http; Ctrl+C derruba tudoLayout src/ de propósito: o pacote instalado ocupa um único namespace
(web_search_mcp), em vez de despejar server/config/util na raiz do
site-packages e colidir com outros pacotes.
Available Tools
3 toolsanalyze_urlsA
Lê uma ou mais URLs e devolve uma análise pronta, sem o texto bruto.
Use quando o usuário fornecer a(s) URL(s) e quiser resumo, parecer técnico, opinião ou comparação entre páginas: a leitura e a análise acontecem internamente e só o resultado volta — o conteúdo integral das páginas não entra no seu contexto. Prefira read_url apenas quando o texto completo da página for necessário de verdade.
| Name | Required | Description | Default |
|---|---|---|---|
| urls | Yes | 1 a 8 URLs completas (http/https), na ordem em que devem ser referidas. Para comparação, passe todas na mesma chamada. | |
| request | No | O pedido em linguagem natural, como o usuário fez ("resuma", "dê um parecer técnico sobre a proposta", "compare os dois produtos e recomende um"). Vazio = resumo. | Resuma o conteúdo. |
Output Schema
| Name | Required | Description |
|---|---|---|
| result | Yes |
TDQS
Does the description disclose side effects, auth requirements, rate limits, or destructive behavior?
With no annotations provided, the description carries the behavioral burden and does meaningful work: it discloses that full page content will not enter the agent's context and that only the analysis result returns. It does not cover error or failure behavior, but for a URL-reading tool the key privacy/context behavior is clearly disclosed.
Agents need to know what a tool does to the world before calling it. Descriptions should go beyond structured annotations to explain consequences.
Is the description appropriately sized, front-loaded, and free of redundancy?
The description is three sentences with no filler: a crisp purpose statement, a usage condition list, and an explicit pointer to the alternative tool. It is front-loaded and every sentence earns its place.
Shorter descriptions cost fewer tokens and are easier for agents to parse. Every sentence should earn its place.
Given the tool's complexity, does the description cover enough for an agent to succeed on first attempt?
The output schema covers return shape, the input schema fully documents both parameters, and the description covers when to use the tool, when to avoid it, and what behavioral guarantee to expect. Although research_web is not named, the phrase 'quando o usuário fornecer a(s) URL(s)' clearly separates this tool from web research.
Complex tools with many parameters or behaviors need more documentation. Simple tools need less. This dimension scales expectations accordingly.
Does the description clarify parameter syntax, constraints, interactions, or defaults beyond what the schema provides?
Schema description coverage is 100% and the schema already documents URL count, ordering, comparison usage, the request default, and examples. The description reinforces the comparison use case but does not add significant parameter-level meaning beyond what the schema provides, so the baseline score of 3 is appropriate.
Input schemas describe structure but not intent. Descriptions should explain non-obvious parameter relationships and valid value ranges.
Does the description clearly state what the tool does and how it differs from similar tools?
The first sentence states a specific verb ('Lê'), resource ('URLs'), and outcome ('devolve uma análise pronta, sem o texto bruto'), which makes the tool's function unambiguous. The negative clause about raw text also distinguishes it from read_url.
Agents choose between tools based on descriptions. A clear purpose with a specific verb and resource helps agents select the right tool.
Does the description explain when to use this tool, when not to, or what alternatives exist?
The description explicitly says when to use the tool ('quando o usuário fornecer a(s) URL(s) e quiser resumo, parecer técnico, opinião ou comparação') and names the alternative for the opposite case ('Prefira read_url apenas quando o texto completo da página for necessário de verdade'). This gives the agent clear routing guidance.
Agents often have multiple tools that could apply. Explicit usage guidance like "use X instead of Y when Z" prevents misuse.
read_urlA
Abre uma URL específica e devolve o conteúdo principal da página.
UMA página por chamada, e o texto bruto inteiro entra no seu contexto. Se você precisa ler VÁRIAS páginas, use analyze_urls (aceita até 8 de uma vez, lê todas, e devolve só a análise) — encadear read_url gasta contexto e tempo à toa.
O texto vem com um cabeçalho "Fonte desta página" e um link markdown pronto. Use esse link ao citar qualquer coisa que tenha lido aqui: nome de página sem endereço não é fonte, é referência que o usuário não consegue conferir.
Use quando o usuário fornecer um link e pedir para você ler, resumir, analisar ou extrair algo dele. Diferente de research_web, aqui não há busca nem resumo interno: a página é lida e o texto bruto (em Markdown) volta para você processar conforme o que foi pedido.
| Name | Required | Description | Default |
|---|---|---|---|
| url | Yes | O endereço completo da página (http/https). |
Output Schema
| Name | Required | Description |
|---|---|---|
| result | Yes |
TDQS
Does the description disclose side effects, auth requirements, rate limits, or destructive behavior?
Não há annotations, e a descrição assume integralmente o papel de transparência. Ela revela que uma página por chamada é lida, que o texto bruto inteiro entra no contexto, que o retorno inclui cabeçalho 'Fonte desta página' com link markdown pronto, e que não há resumo interno — comportamento relevante para o agente saber o que esperar.
Agents need to know what a tool does to the world before calling it. Descriptions should go beyond structured annotations to explain consequences.
Is the description appropriately sized, front-loaded, and free of redundancy?
Embora mais longa que o mínimo, cada frase agrega valor: scopo, aviso de contexto, alternativa, instrução de citação e comparação com o irmão. A informação essencial está na frente e a estrutura é clara, sem redundância.
Shorter descriptions cost fewer tokens and are easier for agents to parse. Every sentence should earn its place.
Given the tool's complexity, does the description cover enough for an agent to succeed on first attempt?
Para uma ferramenta com um único parâmetro, output schema presente e um irmão alternativo, a descrição cobre uso, diferenças, retorno e implicações de contexto. Nada essencial para selecionar e invocar corretamente está ausente.
Complex tools with many parameters or behaviors need more documentation. Simple tools need less. This dimension scales expectations accordingly.
Does the description clarify parameter syntax, constraints, interactions, or defaults beyond what the schema provides?
Há apenas um parâmetro, url, com description no schema cobrindo 100% do significado ('O endereço completo da página (http/https)'). A descrição do tool acrescenta pouco além de reforçar que é uma URL específica, então o baseline 3 é adequado já que o schema faz o trabalho.
Input schemas describe structure but not intent. Descriptions should explain non-obvious parameter relationships and valid value ranges.
Does the description clearly state what the tool does and how it differs from similar tools?
A descrição usa verbo específico ('Abre uma URL específica') e recurso claro ('devolve o conteúdo principal da página'), diferenciando-se imediatamente dos irmãos: analyze_urls lê várias páginas e research_web faz busca/resumo. A função e o escopo de uma chamada ficam inequívocos.
Agents choose between tools based on descriptions. A clear purpose with a specific verb and resource helps agents select the right tool.
Does the description explain when to use this tool, when not to, or what alternatives exist?
Há orientação explícita de quando usar: 'quando o usuário fornecer um link e pedir para você ler, resumir, analisar ou extrair algo dele'. Também indica explicitamente a alternativa para múltiplas páginas ('encadear read_url gasta contexto e tempo à toa') e a diferença frente a research_web, que não faz busca nem resumo interno.
Agents often have multiple tools that could apply. Explicit usage guidance like "use X instead of Y when Z" prevents misuse.
research_webA
Pesquisa na web e devolve um resumo com fontes.
Use para qualquer informação que você não saiba com certeza — e também quando acha que sabe mas o assunto pode ter mudado desde o seu treino: nesses casos, prefira pesquisar a responder de memória. Passe a pergunta completa em linguagem natural — a busca, a leitura das páginas e o resumo são feitos internamente.
UMA CHAMADA POR PERGUNTA. Esta ferramenta já reformula a pergunta em vários ângulos de busca por dentro, roda todos em paralelo e lê as melhores páginas do conjunto. Chamar de novo com a mesma pergunta escrita de outro jeito não traz material novo: relê as mesmas páginas e gasta o mesmo tempo outra vez. Só chame outra vez quando a pergunta for genuinamente outra, ou quando o resumo apontar o que faltou. Pergunta NOVA do usuário = chamada nova, mesmo que seja sobre o mesmo assunto de antes: cada pergunta diferente merece sua própria pesquisa.
| Name | Required | Description | Default |
|---|---|---|---|
| query | Yes | A pergunta completa em linguagem natural, do jeito que o usuário faria. Não reduza a palavras-chave nem parta em pedaços: a reformulação em termos de busca é feita aqui dentro, e uma pergunta inteira dá um resultado melhor que um fragmento. | |
| recent | No | True apenas quando a resposta depende do dia de hoje (clima, cotação, placar, notícia de agora). False para fatos estáveis (história, biografia, conceitos, documentação), pois filtrar por data descarta as fontes boas. |
Output Schema
| Name | Required | Description |
|---|---|---|
| result | Yes |
TDQS
Does the description disclose side effects, auth requirements, rate limits, or destructive behavior?
With no annotations, the description carries the full burden, and it delivers: it discloses that the tool internally reformulates the query into multiple search angles, runs them in parallel, reads the best pages, and summarizes. It also reveals that calling again with the same question yields no new material, which is a significant behavioral trait. This goes far beyond a basic purpose statement and provides actionable insight for the agent.
Agents need to know what a tool does to the world before calling it. Descriptions should go beyond structured annotations to explain consequences.
Is the description appropriately sized, front-loaded, and free of redundancy?
The description is front-loaded with the core purpose ('Pesquisa na web e devolve um resumo com fontes') and then provides essential usage and behavioral guidance. It is somewhat verbose, especially the repeated explanation of one-call-per-question, but every sentence adds value. It is well-structured into coherent paragraphs, though it could be tightened.
Shorter descriptions cost fewer tokens and are easier for agents to parse. Every sentence should earn its place.
Given the tool's complexity, does the description cover enough for an agent to succeed on first attempt?
The tool is relatively simple (search + summarize), and the description covers when to use it, how to phrase the query, and the one-call-per-question rule. The output schema exists, so the description does not need to explain return formats. Annotations are absent, but the description provides all necessary behavioral context for an agent to call the tool correctly. Nothing essential is missing.
Complex tools with many parameters or behaviors need more documentation. Simple tools need less. This dimension scales expectations accordingly.
Does the description clarify parameter syntax, constraints, interactions, or defaults beyond what the schema provides?
Schema coverage is 100% – both 'query' and 'recent' have detailed descriptions in the schema. The description's instructions on passing the full natural-language query are already present in the schema, so it adds little over the structured definitions. The baseline of 3 is appropriate because the schema already explains parameters thoroughly.
Input schemas describe structure but not intent. Descriptions should explain non-obvious parameter relationships and valid value ranges.
Does the description clearly state what the tool does and how it differs from similar tools?
The description clearly states the tool 'Pesquisa na web e devolve um resumo com fontes' (searches the web and returns a summary with sources), which is a specific verb and resource. It clearly differentiates from 'read_url' and 'analyze_urls' by focusing on autonomous searching rather than processing given URLs, though it does not explicitly name the siblings. The purpose is unambiguous.
Agents choose between tools based on descriptions. A clear purpose with a specific verb and resource helps agents select the right tool.
Does the description explain when to use this tool, when not to, or what alternatives exist?
The description gives explicit when-to-use guidance: 'Use para qualquer informação que você não saiba com certeza' and 'quando acha que sabe mas o assunto pode ter mudado' – effectively stating to use this tool instead of memory when uncertain or potentially outdated. It also provides a clear when-not-to-call repeatedly: 'Só chame outra vez quando a pergunta for genuinamente outra'. However, it does not explicitly mention alternatives like read_url or analyze_urls, so it stops short of full alternative routing.
Agents often have multiple tools that could apply. Explicit usage guidance like "use X instead of Y when Z" prevents misuse.
Tool Schema Changelog
Recent tool additions, removals, and schema changes observed during successful MCP inspections.
3 tool updates
v0.1.0- First observed
analyze_urls - First observed
read_url - First observed
research_web
TDQS
Scored across 3 tools
Each tool has a clearly distinct purpose: read_url returns raw content, analyze_urls returns an analysis of provided URLs, and research_web performs a web search with summarized results. Descriptions explicitly cross-reference the tools to prevent confusion.
All tool names follow the same verb_noun snake_case pattern: read_url, analyze_urls, research_web. The naming is predictable and immediately communicates the action and target.
Three tools is well-scoped for a web research server: one for raw reading, one for URL analysis, and one for open-ended search. Each tool covers a distinct workflow without unnecessary redundancy.
The tool surface covers the full web research workflow: searching, reading a page in full, and analyzing one or more provided URLs. There are no obvious missing operations that would block an agent from completing typical research tasks.
Maintenance
Related MCP Connectors
Docs: https://docs.keenable.ai/mcp-server Keenable is a free, remote MCP server that gives agents access to the web index. Search the web with ranked results and date/site filters, then fetch any indexed page as clean markdown. Works out of the box with no account or API key.
An MCP server for deep research or task groups
Live AI-native web search with citations. One tool for every MCP client. Flat per-request pricing.
Related MCP Servers
- AlicenseAqualityDmaintenanceAn MCP server that enables web searching, URL content extraction, and summarization without requiring API keys. It also provides advanced mathematical evaluation and multi-language Wikipedia summary retrieval tools.5352 npm6MIT
- AlicenseNot gradedqualityCmaintenanceA self-contained web-research MCP server that lets local LLM agents search, fetch, and synthesize web content using tools like web_search, web_fetch, and web_research.2MIT
- AlicenseNot gradedqualityCmaintenanceMulti-purpose research MCP server integrating web search, deep research, web scraping, research methodology routing, and GPT Researcher report generation.MIT
- AlicenseCqualityAmaintenanceAn MCP server for deep research that performs search, scraping, synthesis, fact-checking, and persistent memory, enabling users to conduct comprehensive research tasks via Claude.85 npm1MIT