ahreas-mcp
ahreas-mcp
Servidor MCP para o ERP Ahreas (Ahreas / Superlógica), o sistema de gestão de condomínios. Ele lê o catálogo de métodos direto do WSDL da sua própria instalação, descreve o que cada um faz e executa consultas e operações via SOAP com a credencial de web service da administradora. É o primeiro MCP de Ahreas — não existe hoje nenhum outro, oficial ou de comunidade.
A ideia é a mesma de manter a verdade na fonte: em vez de uma lista de métodos escrita à mão dentro do projeto, o servidor pergunta ao próprio Ahreas o que ele publica. Uma instalação real expõe cerca de 139 métodos entre os dois web services, e os módulos que a sua administradora não contratou aparecem como "sem acesso" — a mesma resposta que o ERP dá, não um erro.
O que ele consegue
Listar o catálogo de métodos lido dos WSDL de
administracaowebeCondominioweb, com busca por texto.Descrever um método: parâmetros, formato esperado, se lê ou escreve.
Executar um método com a credencial de web service, devolvendo o conteúdo normalizado.
Diagnosticar a instalação: se os dois serviços respondem e se a credencial é aceita.
O que ele não consegue
Módulo não contratado não executa. Se a licença não cobre um método, o Ahreas recusa com "não possui acesso" e o servidor repassa isso como resposta.
Ele não emula regra de negócio. Nunca reproduz um método por conta própria; se o Ahreas não expõe, o servidor diz que não expõe.
Como cada pessoa se conecta
Há dois modos, e a autenticação do Ahreas é a mesma dos dois: cada chamada leva
usuario + senha da pessoa e a chave da administradora. O Ahreas valida o
usuário e a senha individualmente, então as permissões aplicadas são as daquela
pessoa.
Remoto (HTTP + OAuth), multiusuário. É o modo do produto. A pessoa conecta o MCP no cliente dela (Claude, GPT, Cursor) pela URL pública; ao autorizar, abre uma tela pedindo o usuário e a senha do Ahreas dela. A
chavefica no servidor. Cada sessão executa com a credencial de quem logou.Local (stdio), pessoal. Uma pessoa só, com
AHREAS_USUARIO/AHREAS_SENHAno ambiente.
As sessões vivem na memória do processo. O deploy do modo remoto tem de rodar um processo só — não subir réplicas sem um armazenamento de sessão compartilhado.
Segurança
A credencial nunca é parâmetro de ferramenta. A
chaveentra por variável de ambiente; o usuário e a senha vêm do login (remoto) ou do ambiente (stdio). Nenhuma tool as recebe, então o modelo não as vê e elas não aparecem no histórico da conversa.A senha da sessão fica só na memória. O Ahreas autentica por chamada, sem token de sessão do lado dele; então a senha de quem logou fica na memória do processo enquanto a sessão vive, some no logout e na expiração, e nunca é registrada em log.
Escrita vem desligada.
AHREAS_PERMITIR_ESCRITAéfalsepor padrão. Toda operação com efeito exige, além disso, uma confirmação explícita.Não versione o
.env. Ele já está no.gitignore.
Configuração
Todas as variáveis usam o prefixo AHREAS_. Copie o .env.example como ponto de
partida.
Variável | Obrigatória | Padrão | Para que serve |
| sim | — | Endereço do Ahreas, ex. |
| sim | — | Chave de acesso da integração (da administradora). |
| só no stdio | — | Usuário do Ahreas, no modo local. |
| só no stdio | — | Senha desse usuário, no modo local. |
| só no remoto | — | URL pública do servidor; âncora do OAuth. |
| não |
| Validade da sessão antes de novo login. |
| não |
| Tempo máximo por chamada SOAP. |
| não |
| Tentativas num soluço de rede. |
| não |
| Validade do catálogo lido do WSDL. |
| não |
| Libera operações que gravam no ERP. |
Licença
MIT.
Aviso
Projeto independente, sem qualquer vínculo com a Ahreas ou a Superlógica. Ahreas é marca de seus detentores, citada aqui apenas para identificar o sistema com o qual este servidor se comunica.